Por muito tempo, as marcas de luxo conservaram padrões tradicionais de moda. Logo, manter condutas elitistas foi característica de suas ações por muito tempo. Todavia, nos últimos 5 anos esse cenário tem mudado, e a Gucci é um bom exemplo disso.
Criada por Guccio Gucci em 1902, em Florença na Itália, a marca tem em suas bases, o requinte e o fazer artesanal.
No entanto, no século XXI, diante das mudanças, sobretudo, pela globalização e tecnologias da informação, a label precisou se reposicionar.
Nesse sentido, a notória grife de malas e bolsas, tem criado ações e estratégias coerentes com o espírito dos novos tempos.
Confira!
As estratégias nada convencionais da marca Gucci

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1. A vertente streetwear e jovem da Gucci
Nesse sentido, as campanhas da maison mostram sua estratégia de, pôr meio da imagem, comunicar sua transição de posicionamento. Logo, uma identidade mais atual.
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2. O olhar plural quanto as imposições de usos e gênero na moda
Ao criar imagens que questionam a binaridade tradicional, a marca desmitifica o uso de produtos “femininos” e “masculinos”. Assim, revela a coerência de suas ações com os debates modernos.
Nesse sentido, a ação com o cantor Harry Styles, com o uso frequente da bolsa de ombro, convencionalmente usada pelo gênero feminino, marcam esta nova visão.
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