Você já se perguntou quantas vezes viu um vídeo bombar nas redes sociais e o criador não ganhou absolutamente nada com isso? Pois é, essa realidade frustrante é mais comum do que imaginamos, mas a MyHood está mudando esse cenário. A internet virou um faroeste digital onde qualquer um pega o conteúdo alheio e sai por aí usando como se fosse seu.
Foi exatamente essa injustiça que incomodou os irmãos Alexandre e Felipe Salvatore, de São Paulo, a ponto de criarem uma solução que está transformando o jogo. A startup nasceu com uma missão clara: transformar a internet em um lugar onde quem cria, de fato, lucra. “A internet não é terra de ninguém. A gente criou uma solução para proteger o vídeo e colocar dinheiro no bolso de quem criou”, explica Felipe, direto ao ponto.
Como a My Hood funciona?
A MyHood opera como uma vitrine inteligente de vídeos virais. O processo é simples: criadores de conteúdo cadastram seus materiais na plataforma, e empresas – desde portais de notícias até grandes marcas – podem licenciar esses vídeos com total segurança jurídica.

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O diferencial está na tecnologia por trás da operação. A startup utiliza inteligência artificial para identificar, em tempo real, quais vídeos têm potencial de viralizar. O algoritmo analisa engajamento e relevância jornalística, funcionando como um radar de oportunidades.
“Temos mais de 7 mil produtores cadastrados. Alguns fazem vídeos do dia a dia, outros usam drones para capturar imagens aéreas de pontos turísticos”, conta Alexandre, mostrando a diversidade do catálogo.
Mas não é só tecnologia que rola por lá. Uma equipe humana verifica a autoria e veracidade de cada vídeo, garantindo que não role nenhuma roubada.
Modelo de negócios e precificação
O modelo de negócios da MyHood é baseado em assinatura, com valores que variam conforme o tamanho da empresa cliente:



