E segundo Luiz Arruda, presidente da agência Avantgarde Brasil eleito Personalidade do Ano pelo Prêmio Caio 2019, o Oscar dos Eventos, é também a nova moeda corrente
A cultura dos dados e a tecnologia em constante estado de disrupção empurram as marcas em direção a um futuro mais ágil e flexível. Principalmente no mercado de eventos. Estamos em uma nova era na Gestão de Negócios, Produtos e Pessoas. E certamente as linhas que separavam os clientes e as agências, os analíticos e os criativos, os consumidores e as marcas, são cada vez mais tênues.
Mercado de eventos: a importância das experiências
“Durante muitos anos, a experiência por si só foi considerada, inclusive por nós da Avantgarde, a moeda corrente”, conta Luiz Arruda, presidente da Avantgarde Brasil, agência full experience especialista em criar conexões emocionais entre marcas e consumidores. “Ela tem o poder de criar interações valiosas, ou fãs, os melhores anunciantes que uma empresa pode ter. Mas fomos percebendo, com o nosso crescimento, que só ela não era o suficiente”.
Por que investir em dados?
Para Luiz Arruda, a grande necessidade das marcas hoje é traduzir brand experience em informação e mensurar ativações no online e no offline. Todo impacto gera métricas e relevância que, certamente, servem como base para a construção de novos projetos muito mais direcionados e assertivos. ” Os famosos ROI (Return of Investiment) e ROE (Return of Engagement) já estão mais do que incorporados ao nosso dia-a-dia”, conta. “E são peças fundamentais para qualquer agência de live marketing“.


