Discutir se a dieta cetogênica realmente funciona é algo bastante controverso hoje em dia, seja em discussões científicas quanto populares.
Esse tipo de alimentação possui muitos defensores, mas também recebe constantemente inúmeras críticas.
Atualmente existem protocolos diferentes para a dieta cetogênica, mas basicamente o consumo de carboidratos é muito restrito e, aumenta-se o índice de gorduras no organismo.
A baixa oferta de carboidratos faz com que o seu corpo não tenha energia para abastecer as suas células, inibindo assim a lipólise no tecido de gordura do seu corpo.

Isso faz com que a queima de gordura seja acelerada, promovendo o emagrecimento rápido dos indivíduos que consigam manter hábitos saudáveis.
Mas será que a dieta cetogênica realmente funciona? Continue lendo esse texto e veja mais sobre esse assunto.
Como a dieta cetogênica funciona?
Primeiramente, a dieta cetogênica é baseada na diminuição do consumo de carboidratos, componentes importantes que fornecem energia ao organismo.
Com o aumento percentual no consumo de gorduras, o fluxo de ácidos graxos para o fígado é mais elevado.
Então eles são transformados em corpos cetônicos, que por sua vez são transportados pela corrente sanguínea, sem que isso modifique o pH. São justamente esses corpos cetônicos que vão servir como fonte de energia para o organismo.
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Além das mudanças com a gordura, há ainda a alteração na oferta de proteína no organismo. Para fazer esse cálculo é preciso considerar o gasto energético e outras informações.
Tudo isso sempre visando fornecer ao organismo uma quantidade de nutrientes que simulem a cetose.
Isso faz com que o organismo se comporte como se estivesse em estado de jejum, ou seja, utiliza a energia da gordura em excesso ao invés de usar carboidratos.
Atualmente esse tipo de programa alimentar vem se tornando cada vez mais popular, mas a dieta existe desde 1920.
A principio ela surgiu como complementar no tratamento de epilepsia em crianças, visando assim diminuir as convulsões.
Existem indícios de que esse tipo de alimentação possa favorecer também pacientes oncológicos, mas ainda não há comprovação disso.
Na teoria, com a falta de reservas de carboidratos no organismo, as células cancerígenas seriam incapazes de se multiplicar.
Isso levaria a uma diminuição do índice de replicação das células, barrando assim o crescimento tumoral.
No entanto, nesse caso deve-se ter maior cuidado com a alimentação dessas pessoas porque a subnutrição e falta de energia podem provocar um agravamento da doença.
Riscos da dieta cetogênica






