Rico em vitaminas, minerais e antioxidantes, o alecrim é uma das plantas medicinais mais conhecidas. Afinal, ele é usado há séculos para melhorar a digestão, acalmar e estimular a concentração. Hoje, vários estudos comprovam a eficácia do chá de alecrim em inúmeros tratamentos.
Em seguida, você confere os 10 principais benefícios da infusão. Ao mesmo tempo, aprenda a preparar a bebida. Por fim, veja em quais casos é necessário procurar um médico antes de incluir o chá de alecrim na dieta. Continue lendo!
Para que serve chá de alecrim?
Existe um longo histórico de uso do alecrim na culinária e na aromaterapia. Isso porque a erva é muito saborosa e tem um perfume marcante. Mas o chá de alecrim também é um ótimo aliado da saúde.
Afinal, a bebida é fonte de cálcio, ferro, fósforo, magnésio, potássio, vitaminas A e C. Por isso, a infusão é digestiva, antioxidante, anti-inflamatória, combate o cansaço, previne doenças e pode até deixar seus cabelos mais bonitos. Entenda!

Benefícios do chá de alecrim
Como dissemos anteriormente, a bebida é usada há séculos para tratar doenças e promover o bem-estar. Hoje, vários dos benefícios do chá de alecrim foram comprovados pela ciência. Confira 10 motivos para incluir a infusão no seu dia a dia!
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É digestivo
O chá de alecrim tem propriedades antiespasmódicas que diminuem gases e inchaço. Além disso, possui ácido carnósico. De acordo com pesquisas, a substância promove um equilíbrio saudável de bactérias no intestino.

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Chá de alecrim melhora o humor
A erva é considerada um estimulante natural. Tanto inalar o aroma de seu óleo essencial quanto ingerir seu chá ajudam a se concentrar e a ter mais disposição.
Este estudo publicado em 2018 descobriu que ingerir 500 mg de alecrim duas vezes ao dia diminui a ansiedade, beneficia a memória e melhora a qualidade do sono.
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Pode ajudar no controle de diabetes
Isso porque a planta possui componentes que ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue. É o caso do ácido carnósico e do ácido rosmarínico, que agem de maneira parecida com a da insulina. De acordo com estudos, essas substâncias podem aumentar a absorção de glucose nas células musculares, diminuindo a glicemia.








