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    Saúde—

    Câmara hiperbárica: o que é, para que serve e preço da oxigenoterapia

    Mulher dentro de câmara hiperbárica.

    Você conhece alguém que já tenha utilizado a câmara hiperbárica? Decerto, alguns nomes de famosos podem vir em mente, como os jogadores de futebol Hulk e Cristiano Ronaldo, Adriane Galisteu, Justin Bieber, entre outros. Conhecida também como oxigenoterapia, esta técnica tem objetivo de garantir a recomposição física.

    Pelos resultados obtidos pelos famosos, passou a ser cada vez mais procurada. Portanto, reunimos as principais dúvidas sobre este tratamento para ajudar quem está considerando realizar este tratamento, são elas:

    • Para que serve a câmara hiperbárica?
    • Como é o tratamento hiperbárico?
    • Quanto custa uma sessão na câmara hiperbárica?
    • Quem pode fazer tratamento na câmara hiperbárica?
    • Efeitos colaterais

    Continue lendo e confira as informações do Dr. Arthur Feltrin, médico pneumologista, especialista em longevidade saudável e câmara hiperbárica. Ao final, não esqueça de compartilhar as informações com pessoas que estão interessadas. Boa leitura!

    Para que serve a câmara hiperbárica?

    Mulher após a oxigenoterapia.
    Fonte: Canva

    Basicamente, a câmara hiperbárica é um tratamento baseado na respiração de oxigênio puro com pressão atmosférica mais elevada do que o normal. Como resultado, há uma recomposição física muito mais acelerada.

    Os tecidos que formam o corpo precisam de oxigênio para um bom funcionamento. Por isso, quando ocorre uma lesão em algum desses tecidos, o oxigênio se torna ainda mais importante para repará-los.

    Como resultado, a câmara hiperbárica aumenta de forma significativa o oxigênio que é transportado pelo sangue. Sendo assim, este tratamento oferece uma série de benefícios à saúde, entre eles:

    • Ajuda a recuperação de feridas (causadas por má cicatrização ou queimaduras);
    • Combate infecções;
    • Auxilia no tratamento de embolia pulmonar;
    • Inibe a proliferação de bactérias;
    • Compensa a deficiência de oxigênio causado por obstruções nos vasos sanguíneos;
    • Potencializa ação de antibióticos;
    • Neutraliza substâncias tóxicas;
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    Como é o tratamento hiperbárico?

    Pessoa dentro de câmara hiperbárica.
    Fonte: Canva

    Muitas pessoas têm medo de realizar qualquer tipo de tratamento, não é mesmo? Então, é importante conhecer bem como ele é feito para afastar a ansiedade.

    O funcionamento da câmara hiperbárica é muito simples. O paciente entra em um câmara hermeticamente fechada e fica ali dentro por um período que pode variar de 90 minutos a duas horas.

    A determinação do tempo pode variar de acordo com o tratamento escolhido pelo profissional de saúde. Assim, o objetivo é que haja tempo suficiente para que todo o tecido corporal receba o oxigênio necessário.

    Ao final da sessão, o corpo absorve mais oxigênio, o que é benéfico para os pulmões. Ao mesmo tempo, facilita a circulação sanguínea. Como resultado, as células saudáveis são estimuladas e há uma diminuição do risco de doença por bactéria.

    Os resultados variam de acordo com a condição e a necessidade de cada paciente. No geral, eles começam a aparecer logo nos primeiros dias.

    Para atingir o objetivo esperado são necessárias de 15 a 30 sessões e é possível realizar até seis em uma semana. No entanto, tudo dependerá da avaliação médica.

    Quanto custa uma sessão na câmara hiperbárica?

    Interior da câmara hiperbárica.
    Fonte: Canva

    O preço da sessão na câmara hiperbárica pode variar de acordo com a região do país. Mas ela custa, em média, R$ 300.

    Porém, dependendo do diagnóstico, alguns planos de saúde podem cobrir o tratamento.

    Por outro lado, se você pretende comprar sua própria câmara, é melhor preparar o bolso. Isso porque os valores vão de R$ 40 mil a R$ 300 mil.

    Quem pode fazer tratamento na câmara hiperbárica?

    A câmara hiperbárica pode ser utilizada por qualquer pessoa, desde que o tratamento seja indicado por um médico. Além disso, é necessário levar um acompanhante na hora da sessão.

    Portanto, essa técnica é indicada apenas após um diagnóstico preciso, que determine essa como a melhor solução.

    “Ela não é recomendada para pacientes que tenham presença de ar entre as pleuras, o que chamamos de pneumotórax, não tratada e para que os que fazem uso de quimioterápicos”, aconselha o médico Arthur Feltrin, especialista em pneumologia e medicina da longevidade.

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    Ademais, o tratamento não é indicado para pessoas com histórico das seguintes doenças:

    • Bronquite;
    • Asma;
    • Claustrofobia;
    • Sinusite;
    • Lesões pulmonares;
    • Histórico de cirurgia torácica;
    • Resfriado no dia da sessão.

    Efeitos colaterais

    Mulher com tosse seca.
    Fonte: Canva

    Assim como qualquer tipo de tratamento, existem alguns efeitos colaterais que podem surgir após o uso da câmara hiperbárica:

    • Tosse seca;
    • Desconforto nos seios da face;
    • Desconforto auditivo;
    • Alterações visuais transitórias.

    Ao mesmo tempo, em casos mais graves, também pode ocorrer convulsões em razão da grande quantidade de oxigênio no cérebro. Ao sinal de qualquer sintoma adverso, o mais recomendável é procurar um médico.

    Conclusão

    Em conclusão, a câmara hiperbárica é uma técnica utilizada tanto para tratamentos estéticos quanto para problemas de saúde. Por isso, pode ser feita por qualquer pessoa, desde que haja acompanhamento médico.

    Por fim, caso haja qualquer efeito colateral, é importante notificar o profissional para avaliar se há necessidade de pausar o tratamento.

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