Se você acompanha o Big Brother Brasil, sabe que o reality conta com uma dinâmica de VIP e Xepa. Basicamente, trata-se de dividir a casa em dois grupos sendo que um terá todas as regalias de uma cozinha VIP e outra com recursos bastante limitados, em termos de ingredientes e alimentos, que é a Xepa. Porém, as refeições da Bárbara andam dando o que falar.
A sister está na Xepa desde o começo do reality e fez com que os fãs do BBB reparassem em sua alimentação bastante restritiva. Inclusive, dentro da casa Bárbara já falou sobre o assunto.
Quer saber o que ela come e quais os perigos de uma dieta restritiva? Então continue lendo!
O que Bárbara come no BBB?
Dentro do reality, os brothers começaram a perceber que Bárbara não comia muita coisa. Em determinada conversa, a sister chegou a afirmar que come apenas ovos, frutas e legumes.
Outro ponto já mencionado é o costume de fazer jejum. Fora do BBB, Bárbara chega a ficar até 16 horas sem comer, e nas 8 horas seguintes consome apenas proteína e salada.
Apesar de estudos apontarem que o jejum é benéfico contra diabetes e obesidade, a prática regular dele pode causar deterioração física. Ou seja, haverá uma grande perda muscular na velhice.
- Veja também BBB 22 – Bárbara é pressionada sobre sua alimentação e vai aos prantos: “Chega!”
Alimentação de Bárbara no BBB 22
Durante a semana, a sister foi alvo de uma série de alertas de outros participantes acerca dos perigos de ter uma alimentação tão restritiva. Porém, ela se mostrou bastante incomodada.
Em uma das conversas, Bárbara caiu no choro e pediu para que lhe deixassem em paz e que ela deveria comer o que quisesse.
“Eu não sei o motivo da minha alimentação incomodar tanta gente”, disse em uma das discussões
Com isso, a equipe de Bárbara Heck teve que se manifestar sobre os comentários nas redes sociais que falavam sobre um possível transtorno alimentar da confinada. Por isso, no dia 31 de fevereiro, última segunda-feira, eles usaram as redes sociais para publicar um comunicado:
“A gente conhece a Bárbara aqui fora, e para quem convive com ela, este comportamento está normal. É triste ver tanto discurso de ódio, julgamento e diagnóstico sem responsabilidade. Ainda que ela tivesse algo, não acreditamos que esta é a melhor forma de demonstrar preocupação.”


