Renê da Silva Nogueira Junior, de 47 anos, que foi preso em Belo Horizonte após ser acusado de matar um gari em serviço após uma discussão de transito seguirá preso. Isso porque o juiz Leonardo Vieira Rocha determinou que a prisão do empresário seja revertida em preventiva.
De acordo com o Juiz, a ação de Renê foi “desproporcional e fria”. Segundo as investigações da polícia, após atirar e matar o gari, Laudemir de Souza Fernandes, o empresário seguiu para a academia e também passeou com os cachorros. Dessa forma, na audiência de custódia, a prisão de Renê Nogueira foi mantida para garantia da ordem pública e por causa da gravidade do crime.
Outras acusações contra Renê vem à tona
A defesa do empresário solicitou relaxamento da prisão alegando “bons antecedentes e residência fixa”. De maneira idêntica, o advogado do empresário alegou que ele é réu primário para pedir o relaxamento da pena. Ainda sim, o Juiz responsável pela audiência de custódia manteve a prisão do empresário.

Ademais, o Juiz, também ressaltou que Renê da Silva Nogueira Junior apresenta histórico com outras acusações de violência.
“Chama atenção o documento juntado pelo Ministério Público, em que o acusado responde a outra ação penal já com denúncia recebida [pela Justiça] de lesão corporal grave no ambiente de violência doméstica, onde inclusive o braço da moça foi fraturado”, afirmou o juiz Leonardo Vieira Rocha, da Central de Audiência de Custódia.
De acordo com as informações obtidas pelo G1 e UOL, em 2021, um ex-companheira de Renê o acusou de violência doméstica. Segundo o relado da ex (com quem vivia no Rio de Janeiro) o empresário ficou irritado após perder sua carteira e a empurrou contra a parede segurando seus braços. Além de quebrar móveis da casa ele também chutou os animais de estimação da mulher.
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