A vida imita a arte ou seria o inverso? Não é raro escutarmos essa frase. Não por acaso, a arte também se inspira na vida, apesar de certas lembranças merecerem o esquecimento. Porém, não foi assim que a Netflix pensou ao criar uma produção sobre um crime que chocou o Brasil em 2008.
A despeito de fãs que aprovam ou contestam a ideia, a gigante do streaming lançou, no último dia 17, o documentário Isabella: o Caso Nardoni. Polêmicas à parte, o filme alcançou o topo mundial do ranking da Netflix entre as produções de língua não inglesa.
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Por que o casal Nardoni matou Isabella?

No ano de 2008, mais precisamente no dia 29 de março, uma ligação do porteiro de um condomínio em São Paulo informava que uma criança havia sido arremessada pela janela do sexto andar. Seria o ponto de partida para descoberta de um crime bárbaro.
A criança tinha cinco anos e se chama Isabella. Estava na casa do pai, Alexandre Nardoni. De acordo com o laudo da perícia, Isabella foi agredida pela madrasta, Ana Carolina Jatobá, que cortou a testa de menina com uma chave tetra durante discussão. Embora o pai tenha tentasse estancar o sangramento, acabou asfixiando a filha.
Em razão disso, a criança desmaiou. Todavia, Alexandre acreditou que a criança estaria morte e a jogou pela janela na tentativa de simular um acidente. Em 2010, ambos foram condenado pelo Júri à prisão. Alexandre por 31 anos e Anna por 26.

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