Você gostou da chegada de Trindade em Pantanal? Pois a entrada do personagem de Gabriel Sater entrou no capítulo do último sábado e irá sacudir a trama das nove, da Globo. Aliás o peão misterioso entrou na história salvando a vida do Velho do Rio.
Isso porque, a entidade que protege o Pantanal tentou acalmar Maria Marruá (em forma de onça) que queria atacar a Muda. Como resultado, a Muda acabou disparando a espingarda e o tiro acertou o personagem de Osmar Prado.
Mas Trindade chegou a tempo e resolveu esse sufoco. Agora, o personagem de Gabriel Sater já está na fazenda de José Leôncio e passará uma temporada por lá. Inclusive, será nesse local que Trindade irá se apaixonar e revelar um dos grandes segredos da trama.
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Trindade tem Pacto com diabo?

De fato, o personagem Trindade será cheio de camadas sobrenaturais. Todos esses dons são devido a um pacto que o peão fez com o diabo. Isso lhe garante dons de cura e até um talento que faz sua viola “cantar fogo”.
No capítulo da última segunda-feira,09, Gabriel Sater já contracenou com seu pai (da vida real) . Aliás na versão de Pantanal da Manchete, Almir Sater foi o responsável por dar vida à esse personagem enigmático. A princípio o personagem só faria uma participação especial na trama.
Contudo, Trindade fez tanto sucesso que só saiu da história nas últimas semanas da novela.
“Ele é um peão sensitivo, que segue de fazenda em fazenda sem paradeiro. É um apaixonado pela música. E fez um pacto com o diabo por conta dessa habilidade. Acredito muito essa temática sobrenatural. Não tenho superstição, mas antes de trabalhar, faço orações e peço licença. Entendo que a vida é repleta de forças sobrenaturais que merecem respeito”- disse Gabriel Sater ao Extra.
De fato, Almir Sater ficou tão apaixonado pelo Pantanal que comprou uma fazenda por lá, assim que as gravações da novela terminaram, em 1991. Dessa forma, Gabriel passou férias por lá durante muitos anos.
“Graças a meu pai, conheci o Pantanal em 1991, quando ele arrumou a fazenda. De lá pra cá, todas as férias escolares, eu passava com ele. Ficava de dois a três meses no Pantanal. Parece que estava me alimentando com a cultura pantaneira para viver o Trindade agora. Sou um pantaneiro graças ao meu pai”– disse Gabriel ao Extra.



