Estamos em 2022, no entanto até hoje o ainda público confunde personagem com seu intérprete nas novelas. E foi exatamente o que aconteceu com o ator Caco Ciocler, que interpreta Gustavo em Pantanal.
O ator participou do “Encontro com Fátima”, na manhã dessa terça-feira, 24. Por lá, Caco Ciocler revelou que uma telespectadora o confundiu com o psicólogo que ele interpreta na novela. A confusão aconteceu em um supermercado.
“Eu estava fazendo compras, e uma senhora muito simpática me abordou e disse: ‘Você não está triste que a sua namorada morreu?’. Eu respondi: ‘Estou fazendo compras justamente porque estou triste'”– disse o ator que pareceu não querer discutir as diferenças entre ele e seu personagem em Pantanal.
De maneira idêntica, Fátima Bernardes também entrou na brincadeira e emendou: “Triste com o preço das coisas e com a situação do personagem, né?”
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Amor de Gustavo por Madeleine

De fato, o psicólogo Gustavo só tomará ciência do acidente com Madeleine no capítulo dessa terça-feira, 24. Dessa forma, seu personagem decidirá viajar com Nayara (Victoria Rossetti) pelo mundo. Aliás, não há previsão para que Gustavo e Nayara retornem à trama.
“Acho que a Nayara traz uma leveza que o Gustavo não tinha com a Madeleine. Ela é divertida, ela é leve, é um outro estado de vida, então talvez isso encante ele, sim. As diferenças são muito encantadoras, a natureza é assim. A diversidade é encantadora. Assim sendo, a gente precisa se encantar com a diferença, e não ficar só no discurso” – disse Caco Ciocler no Encontro.
Na primeira fase da novela, o personagem Gustavo foi o responsável por buscar Madeleine no Pantanal. Nesse momento, o psicólogo foi interpretado por Gabriel Stauffer, que depois passou o papel para Caco Ciocler.
“Eu sempre me perguntei como esse cara ficou prisioneiro de uma mulher a vida inteira. Claro que é amor. Acho que a Madeleine tinha uma capacidade de não devolver nunca o que o Gustavo esperava dela. Como resultado, ela sempre deixava ele muito esperançoso por uma reação, por uma conectividade, que nunca acontecia”– observou Caco Ciocler.



