Você está gostando dessa reta final de Pantanal. Pois a novela das nove da Globo chegará ao fim daqui a dois meses. Dessa forma, alguns desfechos são aguardados pelo público ansiosamente.
Entre eles, a trágica cena de castração de Alcides. Na primeira versão de Pantanal, o personagem teve suas partes íntimas arrancadas por Tenório. O vilão da novela chega ao ápice da sua vingança cometendo o tal crime na frente de Maria Bruaca.
Por se tratar de uma cena muito forte, a castração de Alcides era uma dúvida nesse remake de Pantanal. Isso pelo motivo que na Globo existem certos limites quanto a cenas desse teor. Algo que na extinta Manchete, produzir esse tipo de conteúdo era mais fácil.
Todavia, Juliano Cazarré, que interpreta Alcides em Pantanal, adiantou à apresentadora que a cena irá ao ar em breve. Inclusive ele adiantou alguns poucos detalhes da sequência. Vem saber o que ele disse.
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Alcides será “castrado” em Pantanal, da Globo

Uma coisa que Juliano Cazarré adiantou no “Mais Você”, na manhã dessa segunda-feira, 25, é que a cena de castração de Alcides, em Pantanal, será diferente da versão da Manchete. Isso porque a cena que foi ao ar 1990 contou com muito sangue cenográfico e um tom de tortura que chocou os telespectadores na época.
Segundo Juliano, a cena será “menos gráfica”. Ou seja, terá menos detalhes, sangue e dor. Aliás, não é a primeira vez que Cazarré fala dessa sequência de seu personagem. Em entrevista ao Conversa com Bial, ele também respondeu à pergunta.
“Vai ser duro, tanto quanto foi da outra vez. Um pouco diferente, mas tão duro quanto”- disse o ator.
Ângelo Antônio que interpretou Alcides em Pantanal da Manchete, disse em entrevista ao Jornal O Globo, que de fato a cena foi bem forte e difícil de grava-la.
“Foi assustador. A gente não acreditava. Lembro de ser um momento de muita surpresa e impacto. Imagina isso no ar naquela época?”- recordou Ângelo Antônio que está no ar na reprise de “O Cravo e a Rosa”, como professor Edmundo.
De maneira idêntica, Ângela Leal, que deu vida à Maria Bruaca também recordou da reação do público à cena:
“Foram oito horas, tinha muito sangue, e lembro dele [Ângelo Antônio] fazendo o sinal como se tivessem tirado as partes dele mesmo (…) O telefone da TV Manchete não parava, cartas e mais cartas, gente na porta gritando. Foi o maior ibope da novela inteira”– recordou a atriz ao Jornal O Globo.



