Em meio a uma série de acusações de adultização de menores e sexualização de jovens e adolescentes a fim de lucrar com engajamento nas redes, Hytalo Santos também é alvo de outro processo. De acordo com as informações do Notícias da TV, o influencer também é processado por um ex-segurança que trabalhava em sua casa e o acompanhava em viagens.
Já o Jornal Exta relata que além desse caso, Hytalo Santos também é processado por outros 12 seguranças e também por duas ex-assistentes. Larissa Araújo e Williana Lucena, segundo o Extra, foram obrigadas pelo influencer a assinar termo de confidencialidade. Alguns dos motivos pela causa das ações se repetem: dívidas trabalhistas, danos morais, comprovação do vínculo empregatício, jornada excessiva, entre outras.
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O que aconteceu com Hytalo Santos?
No processo que deu origem à matéria do Notícias da TV, o segurança em questão relata que chegou a trabalhar em jornadas exaustivas de até dez dias interruptos, “sem qualquer planejamento prévio ou observância da legislação trabalhista”.

Ademais o ex-empregado também acusa Hytalo Santos de proibir uso de banheiro nas dependências internas da casa, restando, dessa forma, somente o banheiro da piscina que tinha condições insalubres já que também era usado pelos cachorros do influenciador. Com efeito das quantidades de festas realizadas no local, o banheiro também era muito movimentado.
Assim como outras pessoas, esse segurança afirma que muitas vezes teve que fazer suas refeições nas calçadas ou dentro dos carros que eram utilizados por, Hytalo, seu esposo e outros funcionários. De maneira idêntica, ele também acusa os empregadores de invadirem sua privacidade. Dessa forma, os patrões mantinham “vigilância exacerbada” e exclusão não autorizada de dados de seu celular que serviriam como provas dos abusos, como áudios, fotos e vídeos.
O segurança também afirma ter presenciado discussões de Hytalo e o marido em situação de nudez. De acordo com a reclamação, os funcionários também eram submetidos ao consumo de bebidas e a comportamento sexualizado em festas. O processo tramita no Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, na Paraíba.



