Você conhecia Preta Gil? Filha do icônico Gilberto Gil, ela foi uma figura marcante na música e cultura brasileira até sua morte aos 50 anos, em julho de 2025. Nascida no Rio de Janeiro, conquistou espaço com talento, carisma e sucessos que misturavam ritmos e emoções.
Além da música, ficou conhecida por sua personalidade autêntica e presença nas redes sociais. Destacou-se pela versatilidade e engajamento em causas sociais. Nesta matéria, você descobrirá 16 curiosidades fascinantes sobre sua vida, nome verdadeiro, carreira e sua luta contra o câncer.
Onde era o câncer de Preta Gil?
Preta Gil tinha adenocarcinoma colorretal, um tumor maligno localizado na porção final do intestino. Este tipo de câncer se desenvolve a partir de pólipos intestinais que, sem tratamento precoce, tornam-se cancerígenos.
Características da doença:
- Segundo câncer mais frequente no aparelho digestivo;
- Terceiro que mais mata no Brasil;
- Desenvolve-se silenciosamente, sem sintomas iniciais;
- Mais de 40 mil casos anuais no país.

Preta Gil é adotiva?
Não, Preta Gil não é adotada. Ela é filha biológica de Gilberto Gil e Sandra Gadelha. Preta é a segunda filha do casal, que também teve Pedro e Maria. Gilberto Gil e Sandra foram casados por 11 anos, e mais tarde, Gil se casou com Flora Gil, com quem teve três filhos: Bem, Bela e José.
Como Preta Gil descobriu o câncer de intestino?
Primeiro diagnóstico (2023):
- Preta Gil foi diagnosticada com câncer de intestino em janeiro de 2023;
- Iniciou tratamento com quimioterapia e radioterapia;
- Em agosto, passou por cirurgia para retirada do tumor e remoção do útero;
- Após 28 dias internada, recebeu alta e se mudou temporariamente para São Paulo;
- Em dezembro, anunciou o fim do tratamento.

Retorno da doença (2024-2025):
- Em 2024, durante exames de rotina, descobriu que o câncer havia voltado em quatro locais: dois linfonodos, uma metástase no peritônio e um nódulo no ureter;
- Passou por nova quimioterapia (menos eficaz desta vez);
- Realizou cirurgia de 21 horas para retirada dos tumores;
- Após quase dois meses internada, teve alta em fevereiro de 2025;
- Voltou ao tratamento com quimioterapia.
Tratamento nos EUA (2025):
- Em maio, viajou para os Estados Unidos para continuar o tratamento com medicamentos experimentais;
- A previsão era que o tratamento durasse até agosto, quando faria novos exames para definir os próximos passos.











