A economia afetiva está em pauta no mundo dos negócios. Propósito, empatia e inovação são palavras-chave cada vez mais presentes mas, na prática, o que isso significa para as empresas?
Para entender melhor esse cenário, conversamos com Manoela Hoffmann, CEO da Move Design, trazendo dicas imperdíveis para os empreendedores.
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O que é Economia Afetiva?
Economia afetiva é a estratégia desenvolvida para criar vínculo emocional entre empresa e cliente, buscando que os consumidores se tornem fãs e promotores da marca.
A ideia é ir além do consumo de produtos, fazendo com que seus consumidores tornem-se também divulgadores de suas estratégias, gerando audiência para sua marca através de demonstrações de emoções que extrapolam os limites físicos do produto.

Enquanto estratégia, a economia afetiva busca criar vínculos entre empresa e cliente, gerando identificação. Na prática, é uma ideia que estimula as empresas a pensarem além do produto, desenvolvendo, desta forma, experiências e valores que criam fortes ligações emocionais em seu público.
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Compreenda a economia afetiva
A economia afetiva é um processo criativo e justo, uma forma de se relacionar, de desenhar oportunidades, criando novos caminhos e novas relações de horizontalidade na economia*, e no desenvolvimento colaborativo para a criação de novos produtos através de parcerias.
É sobre repensar o jeito de fazer. Dando novos valores e significados aos produtos e às relações de produção.
Juntos podemos criar coisas novas, fazer com os outros e para os outros, potencializando a importância da cooperação, e dos conhecimentos coletivos e individuais.
É um compartilhamento de ganhos que não procuram lucro somente, mas sim impacto na sociedade. É um trabalho cheio de afeto, educação e despertar de causa.
Transformando emoção em produto, potencializando o coletivo, a autoestima, a dignidade, a harmonia e a cura. ( Via Design Afetivo)
Horizontalidade
- Horizontalidade é uma estratégia aplicada a organizações, caracterizada por haver poucos níveis hierárquicos. … Neste tipo de organização, as decisões normalmente são tiradas em assembleias, de forma que todas as decisões sejam coletivas, podendo se dar através do voto ou do consenso.
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