O Jeans se popularizou em meados do século XX, tendo mudado muito de forma e estilo desde o seu surgimento. Desse modo, dentro dessa evolução, conheça um pouco mais sobre os modelos e lavagens de Jeans adotados nos últimos anos.
Modelos e Lavagens de Jeans: uma questão de identidade

A imagem pioneira do jeans ainda permanece. Ela, acima de tudo, se relaciona com a resistência, o Oeste Americano, a aventura e a rebeldia.
Em princípio, o modelo se adaptava aos homens que passavam o dia inteiro em um trabalho pesado ou sobre as celas dos cavalos. Afinal, os “cowboys” escolheram o jeans por alguma razão. Até então, não havia diferentes modelos e lavagens de jeans.
Desde então, detalhes como fivelas de cobre que reforçavam os bolsos (patenteados em 1873 por Levi Strauss), bem como os retalhos de couro nas costas (introduzidos em 1886), tornaram-se legendários.

O índigo, planta exótica que dava a cor de azul intenso, a depender da origem, se chamava “tela Genova” ou “toile de vimes”: o jeans e o brim (denim).
O curioso é que esse era um tecido que ganhava uma aparência ainda melhor depois de muito usado.
Segundo a história, as primeiras versões dewashed jeans (lavado) foram criadas pelos japoneses, que então foram seguidos pelos franceses e italianos.
O primeiro método utilizado foi o de colocação de pedras pomes, processo bastante abrasivo. O stone washed feito quimicamente surgiu em 1980. Desde então, ele seguiu evoluindo com a aplicação de novos processos.

1984
Primeiro long stone used look (aparência de usado); o golden rifle possuía efeitos mais fortes, resultado de uma reação em cadeia de rifle. Assim, entre estilos mais diversos, com uma lavagem mais forte tivemos o “acid wash“, o “snows forme“, o “moon“, o “fog“, o “marble” (mármore) e o “laser“.








