Aquele floral pequeninho e romântico tem nome: é a estampa Liberty. Criada na Inglaterra nos anos 20, essa padronagem virou um clássico da moda e tem uma história super interessante. Confira:
O que é a estampa Liberty?
Miudinha e delicada, a estampa “Liberty” ficou conhecida assim pela marca Liberty of London. Em 1920, a empresa começou a produzir tecidos florais em miniatura, paisley e pinturas abstratas que até hoje são reconhecidas como estampas liberty. De todas elas, é claro, destaca-se o amado floralzinho.
A grife Liberty nasceu na década de 1875, primeiramente chamada de East India House, pelas mãos de Arthur Lasenby Liberty. Os tecidos orientais que ela vendia ficaram tão famosos que Arthur começou a importar seda, cashmere e algodão sem tingimento, para estampá-los à mão na Inglaterra.

O interessante é que, quando começou a fazer roupas, o foco da grife não eram as modinhas da época, mas inspirações em vestuários históricos adaptados pra aquele momento – ou seja, tudo já nasceu com um toque vintage!
Paul Poiret já criou pra marca (pós-auge, no começo dos anos 30) e vários outros usaram os seus tecidos, de Cacharel a Mary Quant. Hoje, a Liberty continua existindo, inspirando outras marcas, como Nike e Topshop, inclusive, muitas marcas brasileiras também usaram e usam essa inspiração.

Estampa Democrática
Em primeiro lugar, vale dizer que ela é um dos florais mais democráticos do mundo.
Pela sua proporção e romantismo, essa estampa favorece todos os tipos de corpos e possui uma história muito interessante. Volta e meia ressurge na moda, trazendo uma pegada vintage e meio boho para as produções.

Os tradicionais florais miudinhos que são destaque na moda novamente








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