Em um mundo no qual Paris Hilton, as Kardashians e outras tantas socialites seguem tendo um grande peso quando se fala no lançamento de tendências e da moda, conheça quem foi Babe Paley (1915-1978), uma das queridinhas do estilista americano Halston (1932-1990) que marcou o mundo fashion dos anos 60 e 70.
Explorando a sua história pessoal, a vida do enigmático designer é o tema de Halston, série da Netflix dirigida por Ryan Murphy. Afinal, ele construiu um verdadeiro império dentro da moda mundial, passando do extremo luxo até ao consumo mais popular.
Desse modo, na minissérie é retratada a badalada vida do estilista, incluindo-se as suas relações pessoais e profissionais. Dentre elas, uma das mais chamativas é sem dúvida a que manteve com a socialite Babe Paley, que aparece no primeiro capítulo da série, sendo interpretada por Regina Scheneider.
Assim, conheça quem foi Babe Paley e qual a sua relevância para o mundo da moda.

Juventude

Barbara Cushing, conhecida a maior parte da sua vida apenas como Babe, nasceu em Boston, no estado americano de Massachusetts, no dia 5 de julho de 1915. Ela era filha do neurocirurgião Harvey Cushing, que foi professor nas universidades John Hopkins, Harvard e Yale, e de Katherine Stone.
Assim, vinda de uma família de prestígio e muitos recursos, ela e suas irmãs se casaram com pessoas do mesmo patamar social – uma delas, Betsey Cushing, inclusive se casou com James Roosevelt, filho do presidente Franklin D. Roosevelt.
Aliás, por conta do seu charme e reconhecimento social, elas eram conhecidas como “as fabulosas irmãs Cushing“.
Babe teve o seu baile de debutante em Boston em 1934 (mesmo ano em que se formou), o qual contou com a presença dos filhos de Roosevelt. Como resultado, esse evento fez com que ela chamasse a atenção da sociedade, lançando o que seria sua trajetória como figura social de destaque.

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O início da carreira de Babe Paley

Babe começou a sua carreira dentro da moda em 1938, quando passou a atuar como editora na Vogue americana, em Nova York.
Acima de tudo, esse trabalhou possibilitou a que ela tivesse acesso a roupas feitas pelos estilistas então de maior renome. Afinal, era uma troca interessante tanto para a revista como para os designers: eles a concediam espaço e peças inovadoras, e ela por sua vez lhes emprestava a sua imagem e fama.












