O encontro entre a Zerezes e o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), antecede a própria coleção. Antes de ganhar forma em armações, cores e matéria, essa aproximação já existia no imaginário de quem circula entre design, arte, arquitetura e moda no Brasil. Havia uma afinidade percebida entre duas linguagens que, mesmo partindo de lugares diferentes, compartilham uma mesma sensibilidade estética e cultural.
A segunda coleção é a consolidação de uma relação que amadureceu junto do público e que agora se expressa com mais personalidade. Se em 2025 a primeira coleção aproximou a marca do universo do museu, em 2026 o movimento se inverte: é a linguagem da Zerezes, seu olhar de design, seus códigos visuais, sua forma de habitar o cotidiano, que entra em diálogo com a arte e a arquitetura do MASP. Entre o design e a arte, existe um espaço onde o olhar ganha intenção. É nesse espaço que essa coleção foi construída.
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A visão que une Zerezes e MASP

A Zerezes sempre entendeu design como forma de pensamento, não apenas de acabamento estético. Desde o início, a marca desenvolve coleções que nascem da relação entre objeto e cotidiano, entre funcionalidade e expressão pessoal. Esse olhar acompanha uma mudança importante na forma como as marcas são percebidas hoje: mais do que vender produtos, elas passaram a formar repertório, comportamento e identidade. Afinal, a moda deixou de operar apenas como tendência e passou a funcionar como linguagem cultural.
Assim, a relação com o MASP aprofunda esse território. Ao longo de décadas, o museu consolidou uma presença arquitetônica e cultural que atravessa a paisagem da cidade e a formação visual de diferentes gerações que vai além do seu acervo. Em 2026, ao dedicar sua programação às histórias latino-americanas, a instituição amplia discussões sobre pertencimento, território e produção cultural contemporânea. Esses temas atravessam o trabalho da própria Zerezes e por isso encontram eco direto nos produtos desta coleção.

“A primeira coleção com o MASP foi sobre fortalecer os laços com uma das instituições mais importantes de arte do Brasil. Esta segunda é sobre permanência e autoria, sobre uma parceria que não começa e termina em um lançamento, mas que se aprofunda a cada coleção. E é nesse aprofundamento que a linguagem Zerezes entra com mais força: modelos clássicos da marca, cores que apostamos, nossa forma de ver o design em diálogo com a arte e a arquitetura do museu. O MASP vai além de um parceiro de produto. É um espelho do que sempre acreditamos: que design é cultura, e cultura é o que se vive, no dia a dia, em quem você escolhe ser”, afirma Rodrigo Latini, CEO e sócio-fundador da Zerezes.





