É verdade ou boato? A ideia de que as camas da Vila Olímpica, feitas de papelão e com colchões de polietileno, são frágeis e “antissexo” foi desmentida depois que uma tendência viralizou nas redes sociais. Faltando poucos dias para o início das Olimpíadas de Paris 2024, vários atletas já presentes na cidade estão gravando vídeos testando e aprovando as camas de seus dormitórios.
E claro, após alguns desses vídeos circularem, é claro que a polêmica gerou vários burburinhos na internet. Não tá sabendo ainda? Então vem que o Fashion Bubbles explica!
Ginastas testam camas antissexo em Paris

As Olimpíadas de Paris 2024 nem começaram, mas já estão dando o que falar! Isso porque alguns atletas testaram as camas “antissexo” e fizeram questão de compartilhar a experiência nas redes sociais.
A princípio, o ginasta irlandês Rhys McClenaghan foi um desses atletas. No seu teste, ele fez flexões de joelhos, rolamentos, saltos, movimentos de barriga e paradas de mão na cama antes de dar seu veredicto.
“Quando os testei da última vez, eles resistiram aos meus testes. Talvez eu não tenha sido vigoroso o suficiente, no entanto… Não, eles passam no teste. É falso, fake news“, brinca ele, falando sobre a polêmica, em seu vídeo no Instagram.
De mesmo modo, as tenistas australianas Daria Seville e Ellen Perez também se esforçaram para mostrar a resistência das camas “antissexo”: elas correram com uma faixa de resistência na cintura, fizeram movimentos de break, praticaram step, bateram no colchão com raquetes, jogaram tênis… tudo isso com muitas risadas.
Tom Daley, atleta britânico de salto ornamental, além de mostrar todos os detalhes da estrutura de papelão, pulou na cama e finalizou o teste com uma pose ousada.
“Como vocês podem ver, ela é bem firme“, concluiu.
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Por que as camas “antissexo” são tão resistentes?
Primeiramente, as camas olímpicas de papelão ganharam o rótulo de “antissexo” durante as Olimpíadas de 2021. Naquela época, atletas como o corredor americano Paul Chelimo fizeram reclamações.




