
Confira também uma ótima dica de passeio de fim de semana em São Paulo perfeito para quem gosta de vinho!
Sempre usaram o termo “encontrar uma agulha no palheiro” para definir algo difícil de encontrar, raro… Pois bem… Se você quiser fugir do lugar comum, da comodidade da prateleira de supermercado e se aventurar a buscar um bom vinho, no local em que ele é produzido, você está começando a procurar a sua agulha!
A minha agulha, no caso, pode ser assim definida: – Produção de Vinho – Estado de São Paulo – No máximo 150km’s de distância – Boa/Alta Qualidade de Vinho. São Paulo, assim como Minas Gerais nunca foi ou será reconhecido como um grande produtor de vinhos.
Nossa história nos remete à produção de café. Assim foi dito logo após a proclamação da república: “Se o Brasil é o Café, o Café é São Paulo”, mas, aqui e ali, começam a surgir, através de famílias de imigrantes, já em sua 3a ou 4a geração, pequenas vinícolas.


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Então era a hora de explorar algumas destas pequenas vinícolas. E, eu preciso confessar a vocês: esta talvez tenha sido a matéria mais difícil de escrever. É incrível a quantidade de vinhos intragáveis ou horríveis que se servem por aí nestas pequenas vinícolas.
Eu sempre chego como um visitante comum, alguém que quer conhecer o trabalho e o vinho daquele local. Uma espécie de “cliente oculto”. Em uma destas visitas cheguei a uma propriedade onde o parreiral tinha mais de 100 anos e, logo pensei: “É aqui! Encontrei o Graal de São Paulo”.
A propriedade faz atualmente o cultivo de café e vinho e possui também um pequeno, mas interessante “museu” que conta a história da família e da sua produção. Quando mais eu via, mais convicto de que tinha feito uma grande descoberta eu ficava!





