Na primeira parte desse dossiê sobre queda de cabelo vimos como funciona o crescimento dos fios. Além disso, aprendemos também a verificar quando a perda de cabelo é normal e quando é excessiva.
Sendo assim, nessa continuação falaremos sobre a diferença entre queda e quebra do cabelo. Portanto, continue lendo.
E se você não leu a primeira parte do Dossiê, basta clicar aqui!
A diferença entre a queda do cabelo da raiz e a quebra do cabelo

A haste do cabelo é uma notável estrutura que suporta uma grande quantidade de agressões, que vão desde a exposição a fatores do meio ambiente (como vento, poeira, exposição ao sol) a diferentes métodos de penteado e escova.
O cabelo normal mantém sua elasticidade, flexibilidade e força por até sete anos, salvo se houver problemas genéticos presentes.
Durante o tempo em que o cabelo está no couro cabeludo, e antes de se desprender, pode haver algum problema com o fio. Isso é muitas vezes chamado de “desgaste”, que é caracterizado por alterações na estrutura do cabelo. Geralmente, é limitado a ocorrências cosméticas, que geram a quebra.
O “desgaste” é causado pelas seguintes condições:
- pentear;
- escovar;
- tratamentos químicos;
- atrito natural;
- molhar;
- radiação ultravioleta.
Pensava-se que a maior parte do cabelo encontrado na pia, no chuveiro ou na escova era quebrado devido a danos e desgastes. Estudos têm mostrado, no entanto, que este não é o caso. Cerca de 80% da perda de cabelo vêm da raiz, não é fruto de quebra.
Os dados gerados pela Unilever confirmaram esta observação e extrapolaram a uma série de comunidades étnicas em todo o mundo. As maiores taxas de queda de cabelo da raiz aparecem na China (+ de 90%); e em todos os casos (México, Índia, Turquia, Tailândia, Reino Unido), o desprendimento de cabelo desde a raiz foi cerca de 80%.
- Leia também: Dossiê sobre Queda de Cabelo – Parte 1/3
A Quebra







