Carnaval. Ah! Carnaval. Muito antes de sair se balançando atrás do trio elétrico ou com a coreografia perfeita numa ala da Sapucaí, o carnaval foi uma “ilha” de elegância e glamour nos desejados Bailes de Máscaras. E foi neles que nos inspiramos para este editorial.
As máscaras são como um “avatar”, além de glamourosas, escondem o “eu” e nos inspiram a soltar nossas fantasias… Talvez a sensação de anonimato liberte aspectos da personalidade que normalmente ficam para lá de reprimidos…
Assim deixamos um convite: que tal liberar um pouco do que há de proibido em você?
Veja também:Vestidos poderosos no Baile de Máscaras do Fashion Bubbles.
Grace Nobre (@Graccekn) é modelo e estudante de teatro, atuando na área há 10 anos. Grace está deslumbrante em vestido do Samuel Cirnansck (@samuelcirnansck ), máscara do Atelié de Máscaras (@ateliedemascaras) e make da Aline Fernandes (@alinefernandesmakeupartist) – Editorial Baile de Máscaras. Veja mais fotos da Grace em Vestidos poderosos no Baile de Máscaras do Fashion Bubbles.
O Editorial
Como cenário, o hotel 5 estrelas Grand Mercure São Paulo Ibirapuera, um dos hotéis mais elegantes da cidade.
Já para compor os looks, escolhemos marcas brasileiras luxuosas, entre elas Samuel Cirnansck e Jorge Bischoff que trazem em seu DNA todo o glamour dos famosos Bailes de Gala.
As máscaras são do Ateliê de Máscaras, o mais tradicional Ateliê de Arte Veneziana da América Latina, com peças presentes nos eventos mais badalados desde os anos 80.
Também foram usados peças do Brechó Minhavotinha, aberto em 1992, com acervo de 10.000 produtos fabricados a partir da década de 20.
O Baile de Máscaras
Fotos: Patrícia Magalhães (@patriciamgs ) – Baile de Máscaras no luxuoso hotel Grand Mercure São Paulo Ibirapuera,
Você acha que os camarotes são para os VIPs? Pois saiba que os primeiros bailes carnavalescos brasileiros aconteceram no Rio de Janeiro, no final da década de 1830. E era ainda mais difícil entrar nestes bailes do que conseguir convite para a noite de gala da Vogue, ali só ingressavam rainhas, duques, princesas, príncipes, condes, condensas… VIP tinha que ter, além de um bom “nome” e “sobrenome” (de preferência bem comprido), um “título”!
Já no Carnaval de Veneza, a tradição de usar máscaras, era justamente o contrário, surgiu no século XVI, para que nobreza disfarçada pudesse sair e misturar-se com o povo.
Giseli Miliozi (@gmiliozimakeup), make up artist, jornalista de moda e beleza, apresentadora que também atua como atriz e modelo, usa máscara Atelié de Máscaras, colar do Brechó Minhavotinha e anel da @Korpusnu com Make da Barbara Bernardi (@bbe1rnardi ) .Veja mais foto da Giseli em Beleza que se revela em uma noite de sonhos – Baile de máscaras
É claro que hoje nossa festa pouco se parece com as de antigamente, mas no século XV, os historiadores registraram o “Ball Masquê”, como o primeiro baile de máscaras. No Ball Masquê o uso de máscaras era obrigatório.
Os cortesãos mascarados faziam brincadeiras, confiantes no anonimato, extravasavam seus impulsos reprimidos, libertando-os das normas sociais. (E de alguma forma, não é isso que acontece hoje em dia?).
Com este ensaio, desejamos que neste Carnaval, você liberte suas fantasias!
Denise Pitta (@denisepitta), blogueira e jornalista de moda, criadora e editora do Fashion Bubbles (@fashionbubblesoficial), está de vestido Samuel Cirnansck e máscara do Atelié de Máscaras, brincos da @larazaradesign, anel da @claudiamarisguiabijoux e make da Adriana Delphino ( @adridelphino_makeup). Veja mais fotos com detalhes do vestido em: Ensaio com Denise Pitta em Baile de máscaras do Fashion Bubbles













