Durante a São Paulo Innovation Week, realizada na Fundação Armando Alvares Penteado, o painel “O futuro do morar: como o design está redesenhando a qualidade de vida” reuniu especialistas para discutir como as casas estão se transformando em ambientes que vão muito além da função tradicional de abrigo.
Participaram da conversa Alessandra Olivastro, fundadora da Casa Conteúdo; Edu Santos, mentor de marketing e mercado de luxo; Thales Lucchesi, fundador da Ponte.ag; e Anny Meisler, CEO da LZ.studio.
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Casas como experiência
O debate partiu de uma mudança fundamental: a casa contemporânea se torna uma ferramenta de saúde, performance e pertencimento. Os espaços domésticos passam a ser híbridos, inteligentes e conectados, acompanhando novas formas de viver, trabalhar e conviver.

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Mais do que estética, os especialistas destacaram que o design precisa considerar como os objetos e ambientes acolhem as pessoas. Se antes muitas casas eram pensadas como vitrines sociais, hoje o foco sem dúvida está em criar espaços que ofereçam conforto emocional e sensação de abrigo.
Nesse sentido, a experiência física voltou a ganhar importância. Em um mundo cada vez mais digital, o contato humano e a presença se tornam valores centrais. Pequenas experiências de encantamento — desde a textura de um sofá até a iluminação de um ambiente — ajudam a construir uma sensação de pertencimento.



