Colorir no décor é sempre uma aventura. Assim como os móveis têm cada qual uma função, as cores na decoração também as possuem. Tudo depende da maneira como são usadas! Além disso, elas conferem personalidade aos ambientes da casa.
Uma boa estampa com mix tonal pode ser o primeiro passo para transformar uma sala neutra em oásis boho, por exemplo. Ou então um tom clarinho nas paredes do quarto pode ser exatamente o que você procurava para deixar o ambiente mais relaxante.
Quer saber como mudar tudo em casa, e qual o significado de cada uma das cores na decoração? Continue lendo!
Como usar cor na decoração?

O que é a teoria das cores na decoração e para que serve?
A teoria da cor envolve o estudo dos matizes e como usá-los em harmonia. É útil no design porque informa uma paleta que funciona bem em conjunto. Essas escolhas desempenham um papel fundamental no ambiente geral de uma casa porque a cor pode influenciar o humor, os sentimentos e até mesmo aumentar a quantidade de sono que você dorme.
Destacamos ainda, os segredos para combinar as cores com facilidade, sem precisar quebrar muito a cabeça!
- Depois, veja também A cor tendência para 2021: saiba como arrasar na decoração. Bem como a Cor do Ano 2021 eleita pela Pantone.

A teoria das cores é o artifício usado por designers e artistas para achar aquelas combinações perfeitas dos seus trabalhos. Em suma, ela é a mistura de ciência e arte em busca de entender quais cores combinam — e por quais razões isso acontece!
Não confunda com a psicologia das cores, viu? Enquanto a teoria explica como combinar, a psicologia mostra por quais razões uma cor pode ser benéfica em determinado lugar da casa.

Descubra o círculo cromático
A primeira vez que ouvimos falar de círculo cromático é com Isaac Newton. Aquele mesmo, mais conhecido por nomear três leis essenciais da física!
Temos o registro dessa “invenção” por volta de 1666. Nessa época, Newton investigava a dispersão da luz solar em arco-íris usando prismas e espelhos. Ele observou como um feixe de luz branca incide sobre um prisma e se divide, do outro lado, entre vermelho, laranja, amarelo, verde, ciano e azul. Depois, ele estudou combinações desses tons.
Foi assim que entendeu o vermelho, verde e azul como cores primárias, por exemplo — ao notar que a combinação de luzes nesses três tons resultava em branco.
Depois, misturando essas cores primárias, encontrou as que hoje conhecemos como secundárias. Elas são ciano, magenta e amarelo.

Foi então que Newton mapeou esses tons em um círculo, separados como fatias de pizza. Atualmente usamos o círculo cromático como principal referência dos tipos de harmonias que criamos com as cores!
Quando combinamos cores e elas de fato ficam bem juntas, temos o que chamamos de tons harmônicos. Hoje, depois de muito estudo, também conhecemos vários tipos de harmonias diferentes. Elas seguem certas regras, regidas pelas posições das cores no círculo.
Harmonia Monocromática

Selecione um tom para usar como a base da sua cartela de cores. Depois, complete essa paleta com versões mais suaves ou mais intensas desse mesmo tom. Pronto: você possui uma harmonia monocromática.
Ela é uma combinação sutil, versátil e prática! Mas se for usá-la, tenha certeza de que realmente ama essa cor. Se não, você vai enjoar, viu?



Harmonia análoga

A harmonia análoga é composta por três cores que estão lado a lado no círculo cromático. É muito fácil compor paletas de cores assim, já que esses tons estão muito próximos. Porém, dependendo das escolhas, pode faltar algum equilíbrio na decoração. É aí que entram os tons neutros — lance mão deles entre sua paleta de cores para deixá-la mais balanceada.


Outra dica para usar cores análogas com sucesso é escolher apenas uma como dominante. O restante ficará presente nos detalhes do seu ambiente.





























































