A síndrome do grande ego parecia ser algo dos tempos de grandes chefes e magnatas. Em outras palavras, chefe engravatado e bem pago, muitas vezes inexpressivo e sem personalidade definida, pareciam ultrapassados.
Posteriormente, chegaram os novos modelos de negócios e a busca por inovar serviços e produtos. Bem como a cultura de um líder mais próximo, mais moderno e humanizado.
Ao passo que a tendência prosseguia, os líderes foram se tornando super-heróis. Todavia, pessoas que cultuam seu ego e buscam a oportunidade para promover sua imagem, acabam não impulsionando a saúde duradoura de sua negócio.
Veja mais em: Como criar uma startup? Passo a passo para pilotar sua ideia! Além de Meu negócio tem potencial? Equacione sua ideia e descubra.
A crença da superioridade

Algumas pessoas sentem a necessidade de provar e exibir a própria superioridade, utilizando seus subordinados para alimentar isso. No entanto, a síndrome pode ser um perigo e distanciar o líder do desenvolvimento de seus funcionários, sacrificando seu negócio em função disso.
O poder dos CEOs permite a criação de um mundo que funciona para satisfazer sua necessidade de reconhecimento. Assim, um mundo que lhe cerque de boas notícias sobre seu desempenho e sobre o sucesso da empresa, sem se importar com os sinais de perigo.

Às vezes esses líderes estão levando suas empresas no caminho da ruída, porém se sentem invulneráveis e invencíveis. Se dedicam a atividades altamente competitivas e enfrentam ataques de rivais. No entanto, vivem uma realidade diferente.
A existência de chefes cruéis
Como resultado da ausência de problemas, eles acreditam que são realizados e não querem abandonar seu “reino”. No livro High Flyers (Voando Alto), o autor Morgan McCall diz:
“As pessoas gostam de utilizar suas qualidades […] para obter resultados rápidos e espetaculares, ainda que […] não estejam desenvolvendo as aptidões de que mais tarde necessitarão.”







