Após a estreia do BBB 23, o status de relacionamento e os casos de relacionamento aberto dos participantes chamou a atenção do público. Afinal, queremos assistir as tretas, os flertes, romances, e observar de perto (e com muito julgamento) a maneira como pipocas e camarotes se comportam na casa mais vigiada do Brasil.
Nessa edição a maioria dos participantes está solteiro. Portanto, espera-se muita “pegação” e novos pares românticos, certo?
Mas, e quando o status dos participantes é “relacionamento aberto”, como é o caso de Aline Wirley e Fred Nicácio, o que esperamos assistir e ouvir em termos de comportamento?
O aumento pela procura por relacionamento aberto
O assunto ainda é tabu, gera polêmica e desperta muita curiosidade. Cada vez mais as pessoas estão repensando as formas de se relacionar dentro e fora da monogamia, principalmente os mais jovens.

Um estudo desenvolvido nos Estados Unidos pelo Instituto Universitário Europeu, mostrou que entre 4% e 9% dos adultos americanos estavam envolvidos em algum tipo de relação aberta em 2020.
No Brasil, as pesquisas pela pergunta “o que é relacionamento aberto?” aumentaram 70% nos últimos doze meses, enquanto a busca por “relacionamento aberto significado” cresceu 300%.
Esse aumento no interesse e curiosidade por relacionamentos abertos se dá também porque existe uma explosão de criadores de conteúdo, pessoas escrevendo e falando sobre no mídia, estudando e dividindo suas experiências em aplicativos, e também em encontros comunitários.
Como é um relacionamento aberto e como funciona?
Já sabemos e é um consenso que a monogamia é uma construção histórica e social e que independente do conceito ela funciona para muitas pessoas e casais.
Na monogamia há um contrato fácil de entender, aceitar e praticar porque ele foi disseminado desde que o mundo é mundo e até bem pouco tempo atrás esse modelo sequer era questionado.
E está tudo bem se funciona pra você, para sua relação e faz o casal mais feliz nesse “que seja eterno enquanto dure.”








