Sei não, mas desconfio que, de todas as datas comemorativas, o Dia dos Namorados é a mais estressante. Pense bem…
Quem tá sozinho
1- Se sente um completo abandonado pelos deuses. Sim, porque até mesmo aquele jaburu do avesso já encontrou a outra metade (que, aliás, geralmente, é linda).
2- Por mais bem-resolvido que seja, corre o risco de chegar em casa, tomar banho, ir pra cama e se deparar com aquele sentimentozinho de… solidão.
3- Se joga numa daquelas festinhas de ode a solteirice. Quem sabe, de repente, rola? No fim da noite, conclui o que já era de se esperar: esse tipo de festa é um equívoco e você está mais solteiro do que nunca.
4- Nem festinha de solteiros, nem solidão na hora de dormir: você resolve jantar fora. Mas aí se depara com uma questão prática: com quem? Com ninguém! Afinal, o planeta está: (a) casado; (b) na-mo-ran-do.
5- Que sorte: você tem um (único) amigo solteiro como você, ou cuja metade-da-laranja está viajando a negócios. Oba, então dá pra jantar fora? Não, não dá. Não há mesas. Nem na padoca da esquina.
Quem tá “de rolo”
1- Se der presente, vai dar margem a segundas intenções, mesmo que não queira nada sério.
2- Se não der, vai ser pior.
Quem tá junto




