
Estudo da WGSN apresenta a Geração Z e suas nuances comportamentais, segmentada em dois grupos: o voltado para o individual e outro para o coletivo. A autoridade global de tendências reforça a importância das marcas serem relevantes e se comunicarem com esses 2 bilhões de consumidores.
Ganhando cada vez mais espaço na sociedade, afinal são mais de 2 bilhões de consumidores emergindo, a WGSN – autoridade global em análises e previsões de tendências – acaba de lançar novo estudo, a fim de retratar especificamente a geração Z que, em breve, será a maior força de consumo do mundo depois de deixar os famosos Millennials ou Geração Y para trás. Mas o que essa nova geração tem de tão especial? A resposta é: ela é diferente de tudo o que já lidamos anteriormente.
Em uma ampla pesquisa, a WGSN entrevistou e analisou adolescentes de 16 a 21 anos em países ao redor de todo o mundo – desde Coreia até o Reino Unido. E descobriu muitas características singulares, como a subdivisão desta geração em 2 categorias:
- Geração Eu (voltada apenas para suas necessidades;
- Geração Nós (voltada ao coletivo).

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No entanto, mesmo com essas diferenças de perspectivas de ambos os grupos, vale reforçar que eles possuem características em comum: esses consumidores como um todo desafiam os estereótipos e rejeitam generalizações. Outro fator importante quando o intuito é se comunicar com esse público é o fato de as circunstâncias serem as mesmas durante os anos de formação. Ou seja, eles cresceram em um período dominado pela tecnologia, fluidez, contradição e pela união de diferentes culturas e, apesar de serem divididos em dois grupos com relação a suas características e anseios, todos estão conectados por esses elementos em comum.
Mesmo no auge do individualismo, essa geração – que não aceita ser denominada como Z – tem como fator comum a diversidade. Sim, é considerada a mais etnicamente diversificada da história. Além disso, esse grupo quer mais do mundo. Querem ser disruptivos e criar conceitos sociais, e as marcas que seguirem esse “mindset” serão capazes de atrair a atenção desses consumidores. Outro aspecto importante é que valorizam empresas que dão o poder de se auto expressarem, além, claro, da autonomia. Simplificando: eles dão valor a marcas que priorizam o indivíduo.



