
Baía dos Porcos, Fernando de Noronha. Foto: Flickr
O que você faria se soubesse da possibilidade de tirar férias ou alguns dias de folga? A falta de tempo para o planejamento de uma viagem pode ser um problema … Por isso, o que fazer para não perder a oportunidade e conseguir fazer uma viagem de última hora?
As opções podem ser descartadas por questões financeiras, de tempo, dificuldade nas reservas e passagens aéreas. Dessa forma, vale a pena pensar em alguns pontos antes de sair pesquisando sem nenhum critério.
Lembre-se de que enquanto no hemisfério sul estamos no inverno, os países do norte gozam do verão. A região do Caribe e o sul dos Estados Unidos já iniciaram a temporada de furacão e tempestades tropicais, no nordeste brasileiro está tudo muito caro e Buenos Aires pode estar lotada de brasileiros. O que fazer então?
Não há dúvidas de que as agências de turismo, apesar de proporcionar todo o conforto, podem oferecer osmesmos pacotes, mesmos destinos, mesmos hotéis e mesmos passeios. São exemplos: Bariloche e o festival de inverno, Buenos Aires por 4 dias com show de tango e New York para arte, cultura e compras. Eu mesmo estive em Cancun há alguns meses e testemunho a beleza das águas Caribenhas e o conforto da maior concentração de hotéis de luxo… Estes destinos realmente são maravilhosos, mas por que não pensar além das rotas tradicionais?

Planejar é fundamental, mesmo que de última hora. Foto: Getty Images
Antes de planejarmos juntos, precisamos saber algumas informações importantes:
1. Quem viajará? – Uma pessoa, casal, com amigos, família, crianças?
Viajar sozinho pode ser mais fácil na hora de encontrar reservas e de fazer a programação, enquanto que para viajar com uma família grande e crianças pequenas é necessário pensar melhor na logística, no orçamento e nos programas.
2. Quando tempo disponho? – Acho que não vale a pena ir à Europa nessa época do ano para ficar apenas 5 dias, uma vez que o fuso-horário não está a nosso favor. Qualquer voo noturno chega no final da tarde do dia seguinte e se levarmos em consideração conexões, transfer e check-in no hotel, um dia já foi perdido. No retorno não será diferente, pois o check-out dos hotéis é feito às 13hs e é necessário chegar ao aeroporto com 2 horas de antecedência. Ou seja: outro dia perdido! Portanto, leve isso em consideração.
3. Quanto tenho disponível para gastar? Pensar na parte mais sensível do corpo (o bolso) é também importante. É verdade que sempre podemos fazer uma viagem bem econômica e passagem aérea pode ser paga em até 12 vezes, mas os hotéis exigem pagamento na saída. Quando fazemos nossos cálculos, muitas vezes esquecemos de despesas extras como taxas de aeroportos. Um exemplo é o aeroporto de Buenos Aires, que tem uma taxa muito cara. O transfer para o hotel pode ser caro também, uma vez que nem todas cidades possuem infra-estrutura de transporte como Estados Unidos e países da Europa.
4. O que espero da viagem? Agito ou descanso (R&R – rest and relax); cidade pequena ou cosmopolita, roteiro cultural ou sossego, praia ou montanha, frio ou calor? Fazendo-nos essa pergunta podemos eliminar muitos destinos para nos focar em lugares interessantes para nosso momento. Tendo tudo isso em vista, sugiro alguns roteiros nacionais e internacionais.
Roteiros – Brasil

Lago Negro, Gramado (RS). Foto: Flickr











