
“Champanhe é vida! Hello!”, Val Marchiori
O reality show “Mulheres Ricas” virou uma sensação, neste verão de BBB morno. Fomos apresentados à nova-rica Val Marchiori, à joalheira Lydia Sayeg, à corredora de fórmula truck Débora Rodrigues, à arquiteta Brunete Fraccaroli e à socialite Narcisa Tamborindeguy, única carioca do grupo.
Cada uma representa um personagem do imaginário popular: a frívola de passado duvidoso, a mulher que trabalha e sustenta a casa, a milionária tradicional meio louquinha, a mulher que se dedicou à carreira e hoje tem dificuldade de encontrar um parceiro, a mulher que invade o espaço masculino e não se importa com assuntos de “mulherzinha”…
A estrela do show no entanto (sorry Narcisa…), é Val, ou Valdirene Aparecida como gostam de chamá-la os detratores. Ex-pobre, ex-amante de um homem casado (pai de seus dois filhos e que agora a acusa de ser prostituta de luxo), riqueza de origem não muito clara, é a defensora dos prazeres, do champagne e de tudo mais que o dinheiro pode comprar.
Pessoas que se acham cultas e/ou verdadeiramente ricas, desprezam o programa e outros entretenimentos duvidosos desse tipo; leitores do Fashion Bubbles reclamam da atenção dada ao programa… Mas não nos deixemos enganar pelas aparências: quando um assunto mobiliza o público, devemos nos perguntar a razão.
Esta primeira edição de “Mulheres Ricas”, e em especial a personagem de Val, traz à baila as questões importantes, do tipo:


