Honestamente, quem tem tempo de avaliar os taninos, o retro-gosto e outras características de um vinho antes de decidir por sua compra ou por experimentá-lo?
Talvez, a pergunta certa seja que diabos são taninos e para que servem? Esta coluna vai categoricamente mandar os taninos às favas! Até porque, ela é escrita por Charles Schweitzer e não por Robert Parker (para quem não sabe, RP ganha a vida para avaliar vinhos) e vai se propor a dizer de forma sincera e prática se o vinho vale ou não à pena e qual a minha experiência com ele.
Experiência aliás é algo individual e subjetivo. Recomendo que cada um tenha a sua. Inclusive com o vinho desta semana…
Em Novembro de 2013 visitei a Espanha e Portugal. Fui à cidade do Porto para correr a Maratona realizada lá. Uma experiência fantástica. Mas, voltei ao Brasil por Madri. O Aeroporto de Madri tem um excelente FreeShop para quem gosta de vinhos, inclusive com degustação de algumas garrafas! Uau!
Em ocasiões como essas você aproveita para experimentar sempre o mais caro de todos, lógico. Não porque eles sejam os melhores só por causa do preço, mas, porque as ocasiões e as chances não podem ser desperdiçadas!
Neste caso, era um Marqués de Riscal Gran Reserva 2006. O interessante sobre este vinho é que ele tem uma larga variedade com o “mesmo” rótulo. O vermelho é o convencional. Qualquer supermercado vende uma garrafa deles por menos de EUR 10,00. Depois vem o Reserva. Aí vem o Gran Reserva e por fim este.
Seu rótulo é branco e dourado e traz uma telinha aramada como se fosse um produto destes de armazém vendidos à granel. Era um vinho SENSACIONAL. E, fiz questão de comprá-lo. Mas, para fazer preço médio, eis, que finalmente chegamos ao personagem da semana: CAMPO VIEJO – GRAN RESERVA – RIOJA – 2005






