
No mundo de hoje, as pessoas andam cada vez mais solitárias e ocupadas e acabam frustradas ao buscar, aleatoriamente, parceiros de maneira virtual ou em locais que propiciam apenas relações casuais. Há também muito receio em se expor, em ser ridicularizado pelos amigos e familiares.
Porém, cá entre nós, é preciso ter muita personalidade para assumir querer MESMO encontrar um parceiro, e que se está cansado de não ter com quem compartilhar a vida afetiva. É aí que entram as boas e sérias empresas “cupido” mas também as medíocres e sem ética. Como tudo na vida, é preciso sempre pesquisar a história da sua “futura provável heart hunter”.
Existem poucas empresas que atuam nesse mercado e a maioria realiza serviços automatizados, preocupando-se mais com o lado tecnológico e com a quantidade, do que com seleções personalizadas. O processo todo é muito interessante e é incrível como as pessoas que estão sem um companheiro são absurdamente repletas de afetividade, de conteúdo bom, de nível cultural interessantíssimo mas que, em comum, ainda carregam um medo grande de se decepcionar.
Na agência funciona assim: O candidato agenda uma entrevista confidencial com a equipe, para deixar claro o que procura num parceiro em potencial. Conversa-se sobre seu perfil, interesses e experiências anteriores. A partir daí, a consultoria se encarrega de pesquisar um parceiro entre seus clientes cadastrados. É sempre realizada uma seleção personalizada, portanto, não baseada em vídeos ou computadores, com foco em dados pessoais, objetivos e motivações, sempre usando os instintos dos componentes da equipe para encontrar o parceiro certo para o cliente.
Uma vez selecionado o parceiro que combine, faz-se o contato por telefone para relatar sobre a escolha, revelando-se um ao outro apenas o primeiro nome, sempre respeitando sua privacidade. Nesse contato, é transmitida uma descrição concisa do parceiro potencial e o porquê de ser considerado apropriado. Os candidatos só precisam comparecer ao local – pré-agendado no horário mais conveniente para ambos – e conhecer um ao outro da maneira mais natural e descontraída possível. Ao final do encontro, ambos podem trocar cartões ou telefones e, eventualmente, planejar nova reunião. Seja a avaliação boa ou ruim, a consultoria certamente solicitará o feedback de ambos para, dependendo do caso, ajudar na continuidade da relação ou promover nova busca a outro parceiro.

Os três de estágios do relacionamento: Amizade, Namoro e Casamento
Com base em sua experiência de 20 anos ajudando a unir casais pela A2Encontros (maior agência de casamentos do país), a heart hunter e terapeuta sexual Cláudya Toledo, realizou uma enquete entre seus clientes e elaborou um estudo comportamental sobre os três de estágios do relacionamento: Amizade, Namoro e Casamento. Vale lembrar que o cadastro da A2Encontros conta com cerca de 12 mil nomes!
Segundo a especialista é fácil identificar o estágio do relacionamento, basta perceber alguns sinais comportamentais tais como:
Só Amizade
• Quando se fala constantemente de antigos amores;
• Não há atração sexual (de nenhum grau, do moderado ao avassalador);
• Saem juntos e nunca rola aquele “clima” (de suar mão, gaguejar, ter palpitação).
Vai dar Namoro
• Ambos querem ficar juntos a maior parte do tempo;
• Dão satisfação do que vão fazer; se falam o tempo todo;
• Descartam antigas paixões;
• Apresentam o outro aos amigos e família.
Quase Casamento
• Idas freqüentes à casa da família do outro;
• Fazem planos para o futuro;
• Estão sempre juntos;
• Um confia no outro profunda e verdadeiramente.



