Seja organizando uma festinha de aniversário, arrecadando dinheiro para as vítimas da enchente, convidando a turma para ir à balada ou simplesmente para jogar uma pelada no sábado de manhã – alguém tem de exercer a função de liderança. Algumas pessoas dão a impressão de nascer preparadas para serem líderes. Outras não. Mas todas têm o potencial para liderar. A questão é como destravar esse potencial.
Essa é a discussão do livro Diário de um Líder que, escrito de forma irreverente, bem-humorada e provocativa, explicita a hipocrisia de nossos dias. Afinal, como se conformar com a falta de líderes num mundo em que todos discutem, pregam e incentivam a liderança? Alguma coisa está errada. É sobre isso que Diário de um líder quer refletir.
“O cérebro é como um músculo. Se não exercitar, atrofia. Por isso temos de exercitá-lo o tempo todo, pensando, refletindo, raciocinando.”
Sobre o autor:
Luciano Pires reúne uma rara coleção de atributos para tornar esta obra interessante: é um cartunista e escritor que já tem cinco livros escritos, entre eles Brasileiros pocotó, um brado contra a mediocrização do Brasil. Durante 26 anos, Luciano foi um alto executivo de uma multinacional, liderando equipes no Brasil e no exterior, e mergulhando profundamente dentro do teatro corporativo. É o irreverente e provocativo criador e apresentador do programa Café Brasil que vai ao ar em várias rádios brasileiras, e que é um dos podcasts pioneiros no país. Luciano se tornou um requisitado palestrante e pratica o “walk the talk”, tornando realidade sua pregação pela inovação.
LUCIANO PIRES LANÇA NOVO LIVRO SOBRE LIDERANÇA
O escritor Luciano Pires fala de seu novo livro DIÁRIO DE UM LÍDER, que chega às livrarias no mês de junho.
P: Liderança é o tema do DIÁRIO DE UM LÍDER. Por que você escolheu esse tema?
Depois de mais quase 40 anos de vida profissional acho que acumulei um bocado de experiência sobre a questão da liderança, seja praticando-a ou observando que a pratica. É um tema fascinante e inesgotável ao qual cheguei num momento em que me questionei sobre que tipo de trabalho eu estava realizando. Concluí que era um trabalho de fazer cabeças para desenvolver liderança. Não foi intencional, mas acabou chegando nisso. Daí o livro.
P: Qual a razão de “diário”?


