” Assim como as notas das músicas se juntam para compor a gama, nossos movimentos se articulam e revelam ao corpo a interdependência das partes.”
“Nosso corpo somos nós. Somos o que parecemos ser. Nosso modo de parecer é nosso moda de ser. Mas não queremos admiti-lo. Não temos coragem de nos olhar.”
“Adquirimos desde cedo um repertório de gestos, nos quais não pensamos mais. Durante o resto da vida, repetimos esses movimentos sem criticá-los, sem lembrar que são apenas uma amostra de nossas virtualidades. Como se tivéssemos aprendido só as primeiras letras do alfabeto e ficássemos satisfeitos com as poucas palavras que com elas podem ser formadas. Neste caso, não só o vocabulário é reduzido, mas também a capacidade de pensar, raciocinar, criar.”
“Encontramos nossa própria imagem principalmente no olhar dos outros, nos tornamos olháveis.”



